Uma vez me falaram que o mundo da voltas, porém eu nunca acreditei, mas essa frase se cumpriu e agora por aqui digo o mesmo pra você e ainda que a dor não passe o tempo sempre curara todas as feridas.”


Há Uma Grande  Amiga

 Nós sempre estávamos juntos, na escola, às vezes na casa de um ou de outro, como irmãos inseparáveis que não se desgrudam por nada, Gabriel, Aran e Carol.
Ainda que fosse a meios problemas turbulentos, choro, felicidade, às vezes ate mesmo uma solidão repentina sempre estávamos juntos com o tempo aprendemos que um sempre ajudou ao outro de forma que sempre que um não estava bem os outros dois percebiam e ia de encontro pra saber o que acontecera.
Por meios de problemas, obstáculos, sonhos, lutas, tornaram-se mais próximos, amigos inseparáveis aonde quer que fossem.
 Passavam tarde juntos, sorriam por pouca coisa e em meio a brincadeiras, piadas e comentários, ainda que a idade já fosse avançada, se sentiam como crianças comparadas com todos que estavam ao nosso redor.
E Ainda que muitas vezes chorassem por causa de problemas sempre eram um o Apoio do Outro, sempre juram e prometeram estar ali quando um deles precisasse.
E foi numa tarde de sábado, que mais uma vez eles ficaram mais próximos que tudo aconteceu.


O Sol era tão forte quanto à luz que ele mesmo emanava, eram 2:30 da tarde aonde estava marcado para três amigos se encontrarem, porem aqueles três eram diferentes, não saiam para “baladas”, nem estavam com a maioria de seus colegas, eram indiferente sempre preferiram as coisas do contrario, gostavam de passar a tarde juntos, sentado conversando, as vez brincando ou ate mesmo treinando.
Era sábado a folga merecida da exaustiva rotina escolar, agora a escola não era igual à antes, tinham mais matéria, não pediam brincar agora, mas mesmo assim brincavam, muitas vezes não copiava a matéria que professora passava em meios a risadas, curiosidades, conversas paralelas passavam as aulas que não suportavam, muitas vezes coloram.
Agora era sábado, marcaram de passar à tarde juntos, porem Gabriel ao chegar onde Aran morava que seria aonde os três se encontrariam, soube pelo o mesmo que ele teria que sair iria treinar. Aran se desculpou, pois foi chamada de ultima hora e não podia faltar, Neji era o tipo que nunca gostava de perder essas reuniões, porem teve que ir dessa vez.

Gabriel concordou e ali sentou, viu Aran sair dizer ate mais e que se desse voltaria o mais rápido possível, esperou por mais alguns segundos ate avistar de longe Carol, a menina trazia em seu rosto um sorriso meigo que logo ele também retribui.
Ela perguntou onde estava Aran, ele respondeu a ela do mesmo jeito que Aran falou a ele, tivera que ir treinar, não poderia faltar, a moça que por um instante pensou , respondeu a ele que estava tudo bem e perguntou aonde iriam. Gabriel por sua vez respondeu, vamos ao lugar de sempre. Ela sorria e ele também, começaram caminhar em meio a uma rua deserta.
A Caminhada ate o lugar que iriam não foi muito longa percorreram em poucos minutos, subiram uma rua e viram para outra rua, chegaram ao lugar que sempre iam quando estavam juntos ou ate mesmo separados em alguns casos, o lugar era uma praça comum com brinquedos para as crianças, bancos, arvores, porem ali raramente via crianças ate mesmo pessoas, porem a praça se encontrava em um ótimo estados, era tudo como se fosse novo era algo estranho uma praça ótima daquelas sem crianças, ou ate mesmo pessoas.Por isso que iam ali gostavam do silencio, de ouvir o som do vento, muitas ver o por do sol se formando.
Mas naquela tarde sábado ficaram ali por poucos minutos, menos de meia hora, algo que nunca aconteceu com eles havia acontecido, um carro que parou perto da praça e de dentro saíram uma mulher e duas crianças que aparentemente pareciam ser seus filhos. Logo os dois levantaram de seus respectivos lugares e começaram a caminhar em direção a rua que saíram sem saber aonde iriam.
A garota perguntara ao jovem aonde eles iriam agora, ele respondia a ela de uma forma que ela não esperava “Iremos Para Aonde o Vento Nos Levar”, ela sorriu, e olhou para o garoto que retribui o sorriso e disse a ela que tinha outra praça logo em frente que também não havia muita gente, porem não era tão linda quanto a que eles acabaram de sair.
Carol concordou com o que o garoto lhe tinha falado porem com uma única condição, se não fosse agradável iriam para outro lugar, deveria haver algum lugar melhor que aquela praça.
Caminharam por poucos metros, as duas praças não ficavam muito distantes, mas ao chegar ate a outra praça viu-se que ela nem se comparava a outra cercada por casas, carros passando, a outra o qual saíram sentiam a brisa do vento, ali só escutava barulho de motores. Um olhou para o outro e pensaram a mesma coisa vamos sair daqui, continuaram a caminhar, atravessaram uma avenida, ao chegarem à calçada deparam como uma construção abandonada.
Logo entraram, foram ate o fim da construção, Ali tinha uma cerca, que se aproximaram e viram uma paisagem extremamente verde.
Arvores o vento batendo em seus rostos logo pensaram que ali seria o lugar perfeito para passar aquela tarde de sábado. Porem ali a grama estava um pouco alta. O lugar perfeito logo os dois avistaram um pouco longe dali, uma arvore nem alta nem baixa iria dar para subirem sentarem e ali passaram aquela tarde tranquilamente conversando sobre o queria ou o que viriam em suas cabeças para falar.
Eles perceberam que ali havia um lugar por onde poderia entrar logo deixaram a construção para traz, caminharam um pouco mais para baixo aonde encontraram uma rua que daria ali, seguiram pela rua que estava praticamente vazia, logo o asfalto acabara e o preto dava lugar ao verde vivo da grama, os dois sorriam e conversavam. Chegaram ate a arvore que na antiga construção tinha visto, olharam um pro outro e sorriam como crianças ao descobrirem um bom lugar pra conversar e passar uma tarde.
Os dois ao olharem ao redor de onde estavam, viram mais adiante algumas casas e ali junto deles havia uma mulher a qual esperava pelos cachorros, subiram na arvore e olharam para o relógio, a hora já era avançada 4:00 da tarde parecia que tudo o que tinham feito, foi tão rápido e o relógio passara em uma única fração de segundo.
Ao sentarem cada um em seu canto da arvore, avistaram pela a fresta que as folhas faziam puderam avistar o sol, porem estava quase indo embora, ficaram ali em silencio por alguns minutos admirando a beleza que encontraram. Ate que o Assunto veio, Carol perguntara ao garoto o que achava do menino que ela conhecera, que se ele era bonito, se compensaria arriscar algo, o jovem que olhou para ela e sorriu, respirou fundo e respondeu para ela em poucas palavras: ”Você precisa viver, conhecer o mundo, arriscar mais sem ter o medo de errar, de cair e se machucar porque se isso acontecer sempre eu vou estar aqui para te ajudar a se levantar”.
A jovem aparentava gostar da respostas do menino que agora direcionava o olhar para o sol, Ela o fitava que mostrava um simples sorriso.
A tarde agora já estava no fim, em meio a conversas o relógio andara tão rápido, que pareciam que tinham acabado de chegar, ali ficaram por mais alguns minutos, desceram da arvore e caminharam ate a rua,
Logo já começaram a ouvir o som dos carros e o vento agora já era quente e não fresco como o que balançava a arvore.
O Relógio marcavam 5:30 da tarde o sol já ia se esvaindo pelo o horizonte, quando os dois caminhavam pelas ruas da cidade em direção as suas casas Gabriel acompanhou Carol Ate Sua Casa que ao trajeto encontraram amigos, continuaram conversando sobre outros assuntos,porem já mais esqueceram daquela tarde de Sábado.
Você deve se lembrar dessa tarde, das conversas, do por do sol, da arvore, dos conselhos e das opiniões dos pensamentos e de tudo o que fizemos, das caminhadas e da sede d’água, porem resolvi
escrever disso porque naquele dia eu vi uma garota sorridente, que me encantou de tal maneira, que eu jamais fui encantado por outra amiga que tive por isso eu te falo por aqui como já falei, ainda que a dor persista e que você não consiga caminhar mais ao menos sorria, para deixar as pessoas ao seu redor feliz e as que
não te merecem, decepcionadas por não conseguirem ver você derrubar
Há Você Grande Amiga

0 Responses so far.

Postar um comentário

 

Related Posts with Thumbnails

Popular Posts